quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Anderson Góis fala em sustentabilidade como plataforma de governo

Itabaiana-SE | 23.09.09 às 10:53 h


O professor Anderson Góis, postulante a candidatura a governador de Sergipe pelo Partido Verde - PV em entrevista concedida nesta quarta-feira, 23/09, ao programa Na Boca do Povo, pela Rádio Capital do Agreste, AM 1370 kHz, (www.capitaldoagreste.com.br), mostrou competência na defesa do nome da senadora Marina Silva como virtual candidata a presidência da República pelo partido. Munido de números produzidos por recentes pesquisas e conhecedor da trajetória da nova correligionária, o professor, buscou convencer aos ouvintes que interagiram no programa que realmente a senadora acreana é a melhor opção para a sucessão do presidente Lula. Quanto a sua candidatura ao governo de Sergipe, Anderson disse que até outubro deste ano a prioridade é a organização do partido e dos seus 66 diretórios para em seguida iniciar conversas com os partidos que pretendem firmar aliança com o PV para a batalha eleitoral de 2010, partindo da posição definida de que a cabeça de chapa e uma candidatura ao senado ficará com a sigla, deixando em aberto para negociar a candidatura a vice-governador, a segunda candidatura ao senado, às suplências de senador e a composição da chapa para deputados estadual e federal. O professor Anderson Góis disse o desenvolvimento sustentável será sua principal plataforma de governo a ser discutida com a população durante a campanha.

Fonte: www.nabocadopovo.jor.br

domingo, 13 de setembro de 2009

Anderson Góis diz que Ana Lúcia desconhece alianças do PT com direita

09/09 | 11:34h | Por Joedson Telles

O secretário de formação política do Partido Verde em Sergipe, o professor Anderson Góis, que não esconde o desejo de disputar as eleições para o governo do Estado, em 2010, reagiu hoje, quarta-feira, dia 9, às declarações da deputada estadual Ana Lúcia (PT), que disse, na semana passada, que o PV faz alianças com a direita. Anderson entende que a deputada deveria responder ao deputado Venâncio Fonseca (PP), que lhe sugeriu mudar de partido, e não fazer inferências a opção política da senadora Marina Silva (PV).

"Eu quero lembrar a nobre deputada, por quem tenho respeito e admiração, que ela precisa, primeiro, conhecer o seu partido, pois, ela parece não saber que faz alianças com a direita. Pois bem, o PT de Ana Lúcia aqui em Sergipe, em 2008, fez alianças em 26 municípios com o PPS, esse mesmo PPS que dá base para a oposição no congresso e está na linha de frente da campanha do PSDB à Presidência", disse.

Anderson Góis salientou ainda que o PT fez alianças também com o PSC em 21 municípios, com o PR em outros 18 e com o PTB em 15. "Vou agora dar motivos para a deputada Ana Lúcia defender a bandeira da direita em Sergipe: o seu PT fez alianças com o PSDB de José Serra e Albano Franco em 22 municípios, com o PP de Paulo Maluf e Venâncio Fonseca em outras oito cidades e na cidade de Maruim o PT das esquerdas se aliou ao DEM de João Alves Filho", citou.

O professor foi mais irônico ao dizer que "nisso tudo eu reconheço que o PV faz alianças com a direita, pois em 19 cidades sergipanas o Partido Verde se alinhou com PT. Como a deputada disse que, se um dia sair do PT, irá apenas para um partido que não se alie a direita, ela terá que fundar um novo partido ultra radical, pois, em 2000, o PSTU se coligou com o PT em Aracaju, e, em 2008, o PSOL se coligou com PV em Porto Alegre. Só há um caminho para a deputada Ana Lúcia nas próximas eleições, não participar do pleito por um partido que faz alianças com a direita, sair do PT".

Sobre as declarações do deputado estadual Venâncio Fonseca, que assegura que o governo Marcelo Déda prejudica a deputada Ana Lúcia, e que, por isso, ela deveria sair o partido, Anderson Góis disse que o governador não tem demonstrado compromisso com nenhum setor progressista que queira o avanço de Sergipe.

"Marcelo Déda tem antes aderido ao formato politiqueiro de quem quer se perpetuar no poder com alianças que contrariam a sua história de lutas, Déda traiu os trabalhadores e trabalhadoras de Sergipe", disse, observando que a decisão de sair ou não do PT, entretanto, cabe a Ana Lúcia.

"Não quero opinar sobre isso, no entanto, espero que a deputada tenha respeito por outras legendas e lembre que o seu PT é o mesmo que defende Sarney e elogia Collor, que faz alianças com todos os partido brasileiros. Mas se a deputada se sentir à vontade para deixar o PT e seguir os caminhos de Marina Silva o PV a receberá bem, pois ela é um grande quadro político para qualquer agremiação. Eu passaria de admirador a companheiro partidário", disse.

Para Anderson Góis, o Sintese é o sindicato mais forte do estado, mas passa por um grande dilema, pois lutou para eleger um governo que trouxesse mudanças estruturais ao estado, mas se depara com uma administração estática e que se voltou contra a classe operária.

"Os dirigentes tem tentado, dentro do possível, correr em busca de melhorias para a classe do magistério. O Joel (Almeida) é um batalhador e os professores são fortes e aguerridos", entende.

Indagado sobre a política educacional do governo Marcelo Déda, o secretário do PV a define numa palavra: catástrofe. "Déda não tem planos para a educação, basta ver o caos que foi o início deste ano letivo, várias foram as escolas que não iniciaram as suas aulas por falta total de estrutura das unidades de ensino", disse.

Da redação do Universo Político.com

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Anderson diz que não haverá polarização

Jornal da Cidade | Página 03 | Publicada: 03/09/2009 | Sergipe

O pré-candidato do PV ao governo do Estado, professor Anderson Góis, acha que não haverá polarização na disputa eleitoral do próximo ano, tanto no plano federal como no estadual. Em Sergipe, ele avalia que sua candidatura e a de Nilson Lima (PPS) ao governo devem deixar a disputa apertada. Já no âmbito nacional, ele lembra que em algumas pesquisas Marina Silva (PV) aparece muito próximo de Dilma Roussef (PT).

“Por enquanto os números ainda estão desfavoráveis, mais à medida que eu e Nilson formos trabalhando as bases, as pessoas irão perceber que estamos construindo projetos sérios, que não somos oba-oba”, disse Anderson. Quanto a uma possível candidatura da ex-ministra Marina Silva, ele vê uma boa penetração na classe média e entre as pessoas mais simples, mas diz que o nome da ex-ministra também é bem lembrado em outros segmentos. “Em São Paulo, pesquisa realizada nas classes A e B mostram Marina Silva em segundo lugar, com 26%, perdendo apenas para José Serra”, afirmou.

Até o momento o professor avisa que se colocou à disposição do partido como pré-candidato ao governo, e diz que seu nome está sendo bem recebido nas visitas que têm feito aos 69 diretórios municipais do PV em Sergipe. “Estamos indo a cada diretório, a cada interior, apresentar o projeto, conhecer as pessoas do partido. A cúpula vem se mostrando animada, e as bases estão se colocando à disposição da minha candidatura”, contou Anderson Góis.

Marina e o PV

Animada com a chegada de Marina Silva ao partido, a cúpula do PV sergipano já planeja para janeiro o início da construção de um Plano de Governo. No último domingo estiveram prestigiando o ato de filiação da ex-ministra o pré-candidato Anderson Góis, o presidente estadual do partido, Carlos Pinna Junior, o presidente do diretório aracajuano e membro da executiva nacional, Reynaldo Nunes, e o diretor João da Tarantella.

Anderson conta que a cerimônia reuniu mais de duas mil pessoas, entre militantes e ambientalistas, e teve como um dos pontos altos a filiação do escritor Augusto Cury. Ele ressaltou a postura ética de Marina durante o discurso, sem fazer críticas ao PT, mas deixando claro que inicia um novo tempo em sua militância política.

A chegada de Marina também significou uma reestruturação programática do partido, pois ela condicionou sua filiação à adesão de um programa que tenha como prioridade o desenvolvimento sustentável. “A vinda dela trouxe um holofote para o Partido Verde, e deve impulsionar a sigla aqui no Estado”, finalizou o professor.