Por Eugênio Nascimento - 25/10/2009 07:00:00 - Jornal da Cidade/Se
O colunista pergunta: Como o PV pretende fazer a campanha eleitoral sem dinheiro? Há possibilidade de conseguir? Onde? Com quem? Quanto? Quem será aliado do PV em 2010?
Anderson Góis, pré-candidato do PV ao governo de Sergipe, responde: “Com a força da militância Verde, os militantes estão engajados em levar a mensagem do PV. Há ainda uma possibilidade por conta da possível candidatura da senadora Marina Silva à presidência da República, o que impulsionaria as candidaturas estaduais. Para nós do PV, o importante é a presença da militância nas ruas, em se confirmando a candidatura Verde ao governo e ao Senado certamente a força dos nossos companheiros irá contagiar a todos. Quanto às alianças, ainda é muito cedo para se falar nisso, estamos fortalecendo o projeto internamente, tenho ido pessoalmente em cada município levar aos diretórios a mensagem sobre o projeto partidário em 2010, preparando os membros do PV para o pleito 2010, lá para abril ou maio é que certamente irá se deflagrar o processo de alinhamento, só sei que muita coisa pode mudar. Não teremos um discurso monotemático caso entremos mesmo na disputa. O PV trata de temas ligados à sustentabilidade, engloba todo tipo de assunto, desde o saneamento básico até as relações econômicas. Esse é o programa partidário e a discussão trazida por Marina Silva para a nossa agremiação político-partidária.
Fonte: Jornal da Cidade
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
GÓIS PREOCUPADO COM AQUECIMENTO GLOBAL
Sergipe - Faxaju - Publicado em: 28/10/2009 09:12:27
O professor Anderson Gois (PV) disse nesta quarta feira (28), em entrevista concedida ao jornalista Anselmo Tavares na Rádio Educadora de Frei Paulo, que não entende como a Câmara dos Deputados, neste momento decisivo antes da Conferência de Copenhague, aprova a lei 18/2007 sem um texto claro quanto as metas de redução das emissões de gases poluentes. “O mundo discute o estabelecimento de metas específicas, os Estados Unidos se reuniram com o Reino Unido; o Japão já sinalizou reduções, países em desenvolvimento estão discutindo estas reduções e o Brasil que é peça chave no processo dá uma marcha ré, aprovando uma lei que deixa bastante vago o estabelecimento de um comprometimento quanto a redução das emissões dos gases poluentes”.
Ainda segundo o professor Anderson Gois “se nada for feito para conter o aquecimento global, a produção agrícola no Brasil pode tomar um prejuízo de R$ 7,4 bilhões já em 2020. A situação fica ainda pior cinqüenta anos depois: em 2070, as perdas devem quase dobrar e atingir os R$ 14 bilhões. Esse alerta está sendo feito pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e não por mim, este estudo foi divulgado em agosto deste ano. Essas perdas seriam nos produtos alimentícios e de modo perverso”. Anderson acrescentou que “segundo o estudo da Embrapa e da Unicamp a cultura mais afetada será a soja, que pode perder até 40% na produção, o que renderia um prejuízo de R$ 7,6 bilhões até 2070. O cultivo de café deve mudar de endereço, deixando o Sudeste (o que deve gerar perdas de até 90% para os produtores de São Paulo e Minas Gerais) para ter sucesso no Sul. E entre as regiões brasileiras, o impacto maior, a área que mais sofrerá será o Nordeste, que verá uma forte redução nas culturas de arroz, milho, feijão, algodão e girassol -- só nesses estados, 20 milhões de pessoas serão atingidas”.
Anderson Gois falou sobre a importância da conscientização de todos os cidadãos no tocante ao tema, aquecimento Global, “os efeitos eram para ontem, e ontem já chegou, nós já estamos sofrendo os efeitos das mazelas que cometemos contra o meio ambiente” conclamou. Anderson Gois tem feito palestras no interior do estado em Câmaras Municipais, associações de moradores, escolas e igrejas, segundo o professor já contabiliza 39 palestras proferidas.
Anderson Gois fez questão de lembrar que mesmo sendo professor de literatura brasileira a sua palestra tem base técnica, pois usa os dados do trabalho realizado pelo do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas) sobre o aquecimento global, divulgados no início de 2007, e também com os dados do Zoneamento Agrícola de Riscos Climáticos, do Ministério da Agricultura.
Para finalizar Anderson Góis citou dados divulgados ontem pala Folha de São Paulo referente a uma estimativa feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) mostrando que as emissões de gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 24,6% entre 1990 e 2005. “A pesquisa, liderado pelo cientista Carlos Cerri, mostra que as emissões decorrentes do desmatamento no Brasil, cresceram 8,1% entre 1994 e 2005, taxa menor que a referente a outras causas. Emissões vindas de energia, agropecuária, indústria e lixo tiveram juntas aumento médio de 41%. Mesmo com essa diferença, a pesquisa da USP mostra que o desmatamento continua sendo o principal emissor, representando 51,9% do total.”
Fonte: Faxaju
O professor Anderson Gois (PV) disse nesta quarta feira (28), em entrevista concedida ao jornalista Anselmo Tavares na Rádio Educadora de Frei Paulo, que não entende como a Câmara dos Deputados, neste momento decisivo antes da Conferência de Copenhague, aprova a lei 18/2007 sem um texto claro quanto as metas de redução das emissões de gases poluentes. “O mundo discute o estabelecimento de metas específicas, os Estados Unidos se reuniram com o Reino Unido; o Japão já sinalizou reduções, países em desenvolvimento estão discutindo estas reduções e o Brasil que é peça chave no processo dá uma marcha ré, aprovando uma lei que deixa bastante vago o estabelecimento de um comprometimento quanto a redução das emissões dos gases poluentes”.
Ainda segundo o professor Anderson Gois “se nada for feito para conter o aquecimento global, a produção agrícola no Brasil pode tomar um prejuízo de R$ 7,4 bilhões já em 2020. A situação fica ainda pior cinqüenta anos depois: em 2070, as perdas devem quase dobrar e atingir os R$ 14 bilhões. Esse alerta está sendo feito pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e não por mim, este estudo foi divulgado em agosto deste ano. Essas perdas seriam nos produtos alimentícios e de modo perverso”. Anderson acrescentou que “segundo o estudo da Embrapa e da Unicamp a cultura mais afetada será a soja, que pode perder até 40% na produção, o que renderia um prejuízo de R$ 7,6 bilhões até 2070. O cultivo de café deve mudar de endereço, deixando o Sudeste (o que deve gerar perdas de até 90% para os produtores de São Paulo e Minas Gerais) para ter sucesso no Sul. E entre as regiões brasileiras, o impacto maior, a área que mais sofrerá será o Nordeste, que verá uma forte redução nas culturas de arroz, milho, feijão, algodão e girassol -- só nesses estados, 20 milhões de pessoas serão atingidas”.
Anderson Gois falou sobre a importância da conscientização de todos os cidadãos no tocante ao tema, aquecimento Global, “os efeitos eram para ontem, e ontem já chegou, nós já estamos sofrendo os efeitos das mazelas que cometemos contra o meio ambiente” conclamou. Anderson Gois tem feito palestras no interior do estado em Câmaras Municipais, associações de moradores, escolas e igrejas, segundo o professor já contabiliza 39 palestras proferidas.
Anderson Gois fez questão de lembrar que mesmo sendo professor de literatura brasileira a sua palestra tem base técnica, pois usa os dados do trabalho realizado pelo do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas) sobre o aquecimento global, divulgados no início de 2007, e também com os dados do Zoneamento Agrícola de Riscos Climáticos, do Ministério da Agricultura.
Para finalizar Anderson Góis citou dados divulgados ontem pala Folha de São Paulo referente a uma estimativa feita por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) mostrando que as emissões de gases do efeito estufa no Brasil aumentaram 24,6% entre 1990 e 2005. “A pesquisa, liderado pelo cientista Carlos Cerri, mostra que as emissões decorrentes do desmatamento no Brasil, cresceram 8,1% entre 1994 e 2005, taxa menor que a referente a outras causas. Emissões vindas de energia, agropecuária, indústria e lixo tiveram juntas aumento médio de 41%. Mesmo com essa diferença, a pesquisa da USP mostra que o desmatamento continua sendo o principal emissor, representando 51,9% do total.”
Fonte: Faxaju
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
PV CONFIRMA LANÇAMENTO DE CANDIDATO 2010
Publicado em: 26/10/2009 14:25:58 FAXAJU
Na manhã desta segunda feira o professor Anderson Gois (PV) confirmou o projeto do partido em lançar candidatos ao governo e senado em 2010. Gois disse que o seu nome está a disposição da militância assim como o engenheiro Reynaldo Nunes que pretende disputar uma vaga de senador. O professor Anderson falou do que considera ‘desgoverno de Déda’ e do péssimo estado de conservação das rodovias estaduais, “mesmo tendo feito a ‘Rodovia do Sertão’ ainda é insuficiente para atender a população que trafega pelo interior, cito como exemplo as estradas que ligam a BR a Malhada dos Bois, a BR a Pinhão, Pinhão/Simão Dias, Boquim/Estância, Feira Nova/Graccho entre outras. E a própria ‘Rodovia do Sertão’ em vários pontos já está cheia de remendos, mostrando é claro que foi feita sem os devidos cuidados”. O professor Anderson falou ainda do atraso que é a polarização entre João e Déda e que há espaço para surgirem novas lideranças políticas e que nenhum dos dois representa mudança. “Déda e João possuem o mesmo compromisso e perfil de continuísmo das oligarquias, representam hoje a mesma política desde os idos dos anos 60” concluiu Gois. Anderson Falou ainda das suas palestras em todo o interior do estado sobre mudanças climáticas “quero conscientizar as pessoas para o nosso papel no meio ambiente, quero mostrar que podemos, cada um de nós em nosso dia-a-dia, fazer a diferença para ajudar Sergipe, o Brasil e o mundo, a responsabilidade é de todo cidadão”.
Fonte: Faxaju
Na manhã desta segunda feira o professor Anderson Gois (PV) confirmou o projeto do partido em lançar candidatos ao governo e senado em 2010. Gois disse que o seu nome está a disposição da militância assim como o engenheiro Reynaldo Nunes que pretende disputar uma vaga de senador. O professor Anderson falou do que considera ‘desgoverno de Déda’ e do péssimo estado de conservação das rodovias estaduais, “mesmo tendo feito a ‘Rodovia do Sertão’ ainda é insuficiente para atender a população que trafega pelo interior, cito como exemplo as estradas que ligam a BR a Malhada dos Bois, a BR a Pinhão, Pinhão/Simão Dias, Boquim/Estância, Feira Nova/Graccho entre outras. E a própria ‘Rodovia do Sertão’ em vários pontos já está cheia de remendos, mostrando é claro que foi feita sem os devidos cuidados”. O professor Anderson falou ainda do atraso que é a polarização entre João e Déda e que há espaço para surgirem novas lideranças políticas e que nenhum dos dois representa mudança. “Déda e João possuem o mesmo compromisso e perfil de continuísmo das oligarquias, representam hoje a mesma política desde os idos dos anos 60” concluiu Gois. Anderson Falou ainda das suas palestras em todo o interior do estado sobre mudanças climáticas “quero conscientizar as pessoas para o nosso papel no meio ambiente, quero mostrar que podemos, cada um de nós em nosso dia-a-dia, fazer a diferença para ajudar Sergipe, o Brasil e o mundo, a responsabilidade é de todo cidadão”.
Fonte: Faxaju
Anderson Gois reprova administrações públicas
Pré-candidato ao governo avalia como negativa administração Municipal e Estadual
Fredson Navarro e Flávio Antunes, de Aracaju - SN1 26.10.09
Faltando menos de um ano para as Eleições 2010, começam a esquentar as especulações sobre as formações das chapas para concorrer ao comando do Estado. O governador Marcelo Déda (PT) vai tentar a reeleição, o ex-governador João Alves Filho (DEM) ainda não anunciou se vai disputar o Governo ou Senado, o PSDB de Albano Franco pode indicar o vice para a chapa do DEM seguindo a aliança nacional ou optar por seguir um caminho independente lançando Ivan Leite para concorrer ao cargo majoritário. Nilson Lima (PPS) ex-secretário da Fazenda do Governo Déda também decidiu entrar nesta disputa que promete ser acirrada. O senador Almeida Lima (PMDB) ainda não se pronunciou, mas existe a possibilidade de anunciar uma candidatura surpresa.
Outra novidade no pleito de 2010 é a chapa do PV, o partido decidiu lançar candidatura própria. A senadora Marina Silva vai defender a chapa nacional, enquanto o professor Anderson Gois (ex- PCB) entra no páreo pelo Governo de Sergipe. Nas Eleições 2008, Góis foi candidato a prefeito da capital e se destacou como uma nova liderança política. Anderson obteve 5,46% (quase 15 mil) dos votos válidos. “Foi um resultado muito bom para a estrutura que o partido pode oferecer. Com o PV vamos ter mais possibilidades de levar nossas propostas para os sergipanos”, acredita.
De acordo com Anderson Gois, o PV já possui 50 pré-candidatos a deputado estadual e 18 nomes dispostos a concorrer uma das oito vagas na Câmara Federal. Além disso, o partido já tem um pré-candidato ao Senado. “Apostamos no ex-secretário do Governo do Estado, engenheiro Reinaldo Nunes”, vibra.
Antes de definir o nome do candidato para ser vice em sua chapa, Gois afirma que depende das alianças. “Ainda é cedo para discutir, o momento é de fortalecimento do grupo. As negociações que serão comandadas pelo presidente do Partido Verde de Sergipe, Carlos Pina Junior, vão começar em março de 2010. Existem grandes possibilidades de uma parceria com os partidos PCB e PSOL”, adianta.
Após um ano da administração do prefeito Edvaldo Nogueira e a pouco mais de um ano para o fim do mandato do Governador Marcelo Déda, Anderson revela que quase nada está sendo feito para adotar medidas sociais que tragam benefícios para o povo aracajuano e sergipano. E como professor, reprova as obras das duas gestões. “Sergipe, principalmente Aracaju vive seus piores meses, nunca houve nessas administrações tantas greves, falta competência para ser um bom gestor e representante do povo”, enfatiza.
Fonte: www.sn1.com.br
domingo, 25 de outubro de 2009
Presidenciáveis não priorizam ambiente
Alçado a protagonista na agenda da corrida presidencial após a entrada da senadora Marina Silva (PV-AC) na disputa sucessória, o tema do meio ambiente não decolou nas propostas orçamentárias para 2010 dos principais presidenciáveis.
Em relação a este ano, as verbas para a área de "gestão ambiental" perderam peso na previsão orçamentária para o ano eleitoral, segundo levantamento da Folha nos projetos de lei orçamentária da União e dos governos de São Paulo e Minas.
A ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) e os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) são pré-candidatos à Presidência.
O levantamento considerou ações de preservação e controle ambiental e de recuperação de áreas degradadas que tenham sido enquadradas em outras áreas orçamentárias, e descartou gastos com pessoal.
Em Minas, a verba prevista cairá de R$ 257,4 milhões (valor corrigido pelo IGP-DI) para R$ 231,7 milhões. A redução de 10% foi a maior entre os três casos analisados. Em relação ao Orçamento total, tais ações representarão 0,56% em 2010, contra os 0,66% deste ano.
No governo Serra está prevista uma leve queda em relação a este ano, de 1,2%. Mas a verba programada para a área é superior a R$ 1 bilhão, mais de quatro vezes o valor de Minas. O peso do meio ambiente no Orçamento, de 0,83% (ante 0,90% em 2009), é maior que o de Minas e o da União.
O governo mineiro justifica o baixo valor absoluto com o modelo de gestão adotado em MG, "o inverso do usual no Brasil, no qual o volume absoluto de recursos no Orçamento é o medidor da ação governamental". Segundo ele, os êxitos "são medidos pelos resultados apresentados com o alcance ou não das metas". O Orçamento é calculado em função das metas.
O governo federal, que terá o maior valor absoluto previsto para o ano que vem (R$ 1,55 bilhão), até programou um discreto aumento de 1,1% em relação a 2009, mas também apresenta uma pequena redução do peso do setor (0,10% x 0,08%).
No caso do governo Lula, fiador da candidatura Dilma, foram excluídas da conta as bilionárias ações de construção de barragens e as obras de transposição do rio São Francisco, que são cadastradas como ações de "gestão ambiental".
Os governos Aécio e Serra minimizaram a redução do peso das ações ambientais no Orçamento e citam aumento nas verbas para o setor desde o início de suas respectivas gestões. Pelos critérios usados pela reportagem, esse crescimento foi de 106% no caso paulista, na comparação com o Orçamento de 2006, e de 4,1% em Minas.
O Ministério do Planejamento informou que variações orçamentárias em áreas específicas devem ser explicadas pelas pastas responsáveis. O Ministério do Meio Ambiente informou que respeita os "limites orçamentários definidos pela área econômica do governo" e que cada órgão vinculado à pasta aloca os recursos "em função de suas prioridades".
Fonte: A reportagem é de Breno Costa e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 24-10-2009.
Em relação a este ano, as verbas para a área de "gestão ambiental" perderam peso na previsão orçamentária para o ano eleitoral, segundo levantamento da Folha nos projetos de lei orçamentária da União e dos governos de São Paulo e Minas.
A ministra petista Dilma Rousseff (Casa Civil) e os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) são pré-candidatos à Presidência.
O levantamento considerou ações de preservação e controle ambiental e de recuperação de áreas degradadas que tenham sido enquadradas em outras áreas orçamentárias, e descartou gastos com pessoal.
Em Minas, a verba prevista cairá de R$ 257,4 milhões (valor corrigido pelo IGP-DI) para R$ 231,7 milhões. A redução de 10% foi a maior entre os três casos analisados. Em relação ao Orçamento total, tais ações representarão 0,56% em 2010, contra os 0,66% deste ano.
No governo Serra está prevista uma leve queda em relação a este ano, de 1,2%. Mas a verba programada para a área é superior a R$ 1 bilhão, mais de quatro vezes o valor de Minas. O peso do meio ambiente no Orçamento, de 0,83% (ante 0,90% em 2009), é maior que o de Minas e o da União.
O governo mineiro justifica o baixo valor absoluto com o modelo de gestão adotado em MG, "o inverso do usual no Brasil, no qual o volume absoluto de recursos no Orçamento é o medidor da ação governamental". Segundo ele, os êxitos "são medidos pelos resultados apresentados com o alcance ou não das metas". O Orçamento é calculado em função das metas.
O governo federal, que terá o maior valor absoluto previsto para o ano que vem (R$ 1,55 bilhão), até programou um discreto aumento de 1,1% em relação a 2009, mas também apresenta uma pequena redução do peso do setor (0,10% x 0,08%).
No caso do governo Lula, fiador da candidatura Dilma, foram excluídas da conta as bilionárias ações de construção de barragens e as obras de transposição do rio São Francisco, que são cadastradas como ações de "gestão ambiental".
Os governos Aécio e Serra minimizaram a redução do peso das ações ambientais no Orçamento e citam aumento nas verbas para o setor desde o início de suas respectivas gestões. Pelos critérios usados pela reportagem, esse crescimento foi de 106% no caso paulista, na comparação com o Orçamento de 2006, e de 4,1% em Minas.
O Ministério do Planejamento informou que variações orçamentárias em áreas específicas devem ser explicadas pelas pastas responsáveis. O Ministério do Meio Ambiente informou que respeita os "limites orçamentários definidos pela área econômica do governo" e que cada órgão vinculado à pasta aloca os recursos "em função de suas prioridades".
Fonte: A reportagem é de Breno Costa e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 24-10-2009.
domingo, 18 de outubro de 2009
O divisor das águas
Por Raimundo Brito - editor do Correio de Sergipe | Coluna Vida Política | 18.10.2009
Faltando apenas 75 dias para entrarmos no ano das eleições quando vão ser escolhidos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, os pré-candidatos já estão trabalhando a todo vapor, principalmente no interior do Estado, pois terão que visitar 74 municípios . E cada município requer mais de uma visita, pois ninguém consegue atender a todas as lideranças de uma única vez.
E um desses pré-candidatos que está intensificando as visitas a cidades do interior é o professor Anderson Góis, a maior surpresa política nos últimos anos. Jovem, inteligente, com toda energia e de uma educação fora de série, Anderson Góis se candidatou a prefeito de Aracaju pelo PCB e arrebatou nada menos que 5,46%, ou seja, 14.886 votos. Como o seu tempo foi curto, tanto na televisão como no rádio, pois foi candidato pelo PCB, Anderson Góis, agora filiado ao Partido Verde, acredita que terá mais facilidade de expor as suas ideias, pois terá mais tempo na televisão, como também já vem trabalhando a sua candidatura há algum tempo.
Quatro meses depois de se filiar ao Partido Verde, o professor Anderson Góis, que foi cortejado por vários partidos, mas preferiu o Verde por ser um apreciador da natureza, já visitou 39 municípios e concedeu 27 entrevistas em emissoras de rádio e até o mês de dezembro ele acredita que dará outras 50 entrevistas, pois está tendo uma boa aceitação da população sergipana. Mas as andanças do professor Anderson não ficam por aí. Ele já proferiu vária palestras sobre as mudanças climáticas e ate o mês de dezembro pretende proferir mais 50 palestras sobre o mesmo assunto que está em pauta no momento.
Em conversa com este colunista político, o professor Anderson não acredita em polarização entre João Alves, o possível candidato dos Democratas e o governador Marcelo Déda, que é candidato natural à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores. Anderson Góis acredita que, com a candidatura de Marina Silva à presidência da República pelo Partido Verde, seu nome vai ganhar mais projeção a nível estadual. Ele acredita que o ‘efeito Marina’ vai lhe impulsionar ainda mais, pois ele vai garantir palanque em Sergipe à candidatura da senadora, que já demonstra que vai concorrer à sucessão de Lula.
Outro possível candidato à sucessão de Marcelo Déda é o Democrata João Alves Filho. Quando questionado, o Democrata não confirma que será candidato a governador, mas revela que em 2010 vai concorrer a um cargo, seja ele no executivo ou legislativo. Quem conhece João Alves sabe da sua tendência pelo executivo e por isso todos acreditam na sua candidatura ao governo do Estado. Assim como Anderson Góis, João Alves vem proferindo palestras para políticos e estudantes e o tema central é o mesmo, as mudanças climáticas.
Além de Anderson Góis, João Alves e Marcelo Déda, ainda podemos ter concorrendo às eleições para o Governo do Estado o ex-petista e ex-secretário da Fazenda do governo Déda, o economista Nilson Lima. Filiado ao PPS, Nilson Lima também trabalha como mineiro, mas as recentes pesquisas têm o colocado em quarto lugar, atrás de João Alves, Déda e Anderson Góis, esse último podendo ser o divisor de águas.
Faltando apenas 75 dias para entrarmos no ano das eleições quando vão ser escolhidos presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, os pré-candidatos já estão trabalhando a todo vapor, principalmente no interior do Estado, pois terão que visitar 74 municípios . E cada município requer mais de uma visita, pois ninguém consegue atender a todas as lideranças de uma única vez.
E um desses pré-candidatos que está intensificando as visitas a cidades do interior é o professor Anderson Góis, a maior surpresa política nos últimos anos. Jovem, inteligente, com toda energia e de uma educação fora de série, Anderson Góis se candidatou a prefeito de Aracaju pelo PCB e arrebatou nada menos que 5,46%, ou seja, 14.886 votos. Como o seu tempo foi curto, tanto na televisão como no rádio, pois foi candidato pelo PCB, Anderson Góis, agora filiado ao Partido Verde, acredita que terá mais facilidade de expor as suas ideias, pois terá mais tempo na televisão, como também já vem trabalhando a sua candidatura há algum tempo.
Quatro meses depois de se filiar ao Partido Verde, o professor Anderson Góis, que foi cortejado por vários partidos, mas preferiu o Verde por ser um apreciador da natureza, já visitou 39 municípios e concedeu 27 entrevistas em emissoras de rádio e até o mês de dezembro ele acredita que dará outras 50 entrevistas, pois está tendo uma boa aceitação da população sergipana. Mas as andanças do professor Anderson não ficam por aí. Ele já proferiu vária palestras sobre as mudanças climáticas e ate o mês de dezembro pretende proferir mais 50 palestras sobre o mesmo assunto que está em pauta no momento.
Em conversa com este colunista político, o professor Anderson não acredita em polarização entre João Alves, o possível candidato dos Democratas e o governador Marcelo Déda, que é candidato natural à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores. Anderson Góis acredita que, com a candidatura de Marina Silva à presidência da República pelo Partido Verde, seu nome vai ganhar mais projeção a nível estadual. Ele acredita que o ‘efeito Marina’ vai lhe impulsionar ainda mais, pois ele vai garantir palanque em Sergipe à candidatura da senadora, que já demonstra que vai concorrer à sucessão de Lula.
Outro possível candidato à sucessão de Marcelo Déda é o Democrata João Alves Filho. Quando questionado, o Democrata não confirma que será candidato a governador, mas revela que em 2010 vai concorrer a um cargo, seja ele no executivo ou legislativo. Quem conhece João Alves sabe da sua tendência pelo executivo e por isso todos acreditam na sua candidatura ao governo do Estado. Assim como Anderson Góis, João Alves vem proferindo palestras para políticos e estudantes e o tema central é o mesmo, as mudanças climáticas.
Além de Anderson Góis, João Alves e Marcelo Déda, ainda podemos ter concorrendo às eleições para o Governo do Estado o ex-petista e ex-secretário da Fazenda do governo Déda, o economista Nilson Lima. Filiado ao PPS, Nilson Lima também trabalha como mineiro, mas as recentes pesquisas têm o colocado em quarto lugar, atrás de João Alves, Déda e Anderson Góis, esse último podendo ser o divisor de águas.
Anderson se considera o único candidato que não é da "direita"
Jornal do Dia | 18.10.2010 | Por Chico Freire - chicofreire@jornaldodiase.com.br | Sergipe
Em entrevista ao JORNAL DO DIA, o pré-candidato ao Governo do Estado pelo PV, Anderson Gois, diz que o governador Marcelo Déda (PT) é uma 'metamorfose estática' e que o ex-governador João Alves Filho (DEM) é símbolo do passado. Anderson deixa claro que se não for para o segundo turno não apoiará nenhum dos candidatos, por entender que todos os pré-candidatos ao Governo do Estado nas eleições de 2010 são 'direitistas'.

Jornal do Dia - O senhor foi candidato a prefeito de Aracaju pelo PCB. Agora o senhor concorrerá ao governo do Estado pelo PV. Faltou apoio para que o senhor permanecesse no PCB?
Anderson Gois - Tenho um imenso respeito e admiração pelo Partidão, tudo que sou intelectualmente devo uma parcela ao estilo comunista de ser, o PCB foi a minha primeira casa, onde dei os primeiros passos e de onde tirei meus grandes ensinamentos. Há no partido uma militância forte e determinada com a qual pude contar para o sucesso do pleito 2008 e pretendo continuar contando, pois tenho trabalhado para fazer uma composição com o PCB. A minha primeira opção é a de uma aliança com a minha antiga agremiação política. Claro que dependerá do próprio PCB e das conversas que teremos até junho de 2010 nas convenções, mas no que depender de mim a aliança PV e PCB acontecerá. Quanto à saída quero lembrar que sou ambientalista e quem tiver boa memória não esquece que fiz a campanha mais ecológica de 2008. Tenho todos os programas guardados que constatam isso. Então depois de muito conversar com os camaradas entendi que era melhor migrar para outra sigla e por meu perfil só encontraria guarida ideológica no Partido Verde.
JD - Até o momento temos quatro pré-candidatos ao governo. O governador Marcelo Déda (PT), Nilson Lima (PPS), o ex-governador João Alves Filho (DEM), que não admite e o senhor. Diante desses nomes o senhor acredita na possibilidade de ir ao segundo turno?
AG - O projeto do Partido Verde é para governar Sergipe a partir de 2011. é legítimo que um partido político pleitei em uma eleição o sucesso, desde que se organize para isso e é o que estamos fazendo. E diante do quadro político não será difífil pois o governador Marcelo Déda está muito desgastado por conta de um governo lento e impreciso que contrariou e virou as costas para a classe trabalhadora, além de suas alianças que descaracterizaram o seu perfil, mostrou que é mais um dentre os grandes direitistas de Sergipe que sempre combateu. Quem não lembra de Déda contra Jackson, Valadares, Albano Franco. Déda é uma ‘Metamorfose estática’. João Alves Filho já governou por três vezes o estado e, portanto já teve as suas oportunidades, é símbolo do passado e o estado precisa de renovação. O cidadão terá contato com um projeto realmente renovador e que vai romper o que se pretende dar ao povo, uma eleição plebicitária entre Déda e João. Quero ainda lembrar que não se vence eleição de véspera, hoje os fortes são Déda e João, mas amanhã é um outro dia, e quem decidirá é o povo em outubro de 2010.
JD - A possível candidatura a presidência da república da senadora Marina Silva, pode vir a ser um diferencial na sua candidatura?
AG - Certamente que sim. A senadora Marina é uma batalhadora e goza de muito prestígio, nacional e internacional, é o único nome capaz de captar a sensibilidade do povo brasileiro, Marina será o grande nome do processo eleitoral de 2010, não só pela imagem como também pelo projeto que ela representa em seriedade e compromisso com as causas sociais. O seu nome acabou de chegar para o processo e ela já figura com mais de 10% em vários cenários. Quando a campanha realmente começar no próximo ano e a senadora Marina confirmar a sua candidatura presidencial não tenho duvidas que o sergipano fará uma casadinha, Marina Silva e todos os candidatos verdes em nosso estado.
JD - Havendo segundo turno e o PV ficando de fora, qual dos candidatos o partido pode vir fazer aliança?
AG - Primeiro eu não acredito nesta possibilidade, o projeto PV é sólido e eficaz, e diante disso a nossa confiança tem crescido diariamente. Os diretórios municipais pelo interior do estado estão engajados, a militância está eufórica e a própria sociedade tem nos dado a sua opinião positiva quanto ao projeto do partido verde. Agora faço aqui um desabafo e um pacto com a população sergipana acostumada a ver políticos oportunistas se engalfinharem no primeiro turno e no segundo se aliarem: caso eu seja candidato ao governo de Sergipe e não indo ao segundo turno não apoiaria nenhuma opção, deixaria os eleitores do PV livres para escolha e iria me abster do processo. Tenho convicção que o nosso será o melhor projeto e entendo que tanto João quanto Déda não tem o que oferecer de novo e de positivo a nosso estado.
JD - Na campanha para prefeito de Aracaju de 2008 se insinuou que o senhor estava a serviço do ex-governo João Alves Filho. O senhor teme novas acusações nestas eleições?
AG - Não tive um carro de som, uma bandeira nas ruas, passei toda a campanha trabalhando, como professor da rede particular de ensino não me ausentei do trabalho, fiquei fora do ar (TV e Rádio) por cinco dias por falta de dinheiro para a produção do programa, como estar a serviço de alguém? Certamente diante do crescimento da nossa candidatura queriam nos desestabilizar, o que não deu certo por conta da confiança que o nosso projeto passou para a população. O tiro saiu pela culatra pois nenhuma pesquisa nos dava mais de 2% e terminamos com quase 6% dos votos dos aracajuanos. Desafio alguém a mostrar um vídeo, um discurso meu falando mal de Edvaldo Nogueira durante o período de programas eleitorais, o que fiz foi a coisa mais lógica do mundo, nos debates eu escolhi como adversário o candidato mais importante, o mais forte, o prefeito candidato a reeleição, isso é ‘A arte da guerra’, escolher adversários superiores para valorizar a si. Nesta próxima eleição estarei a serviço dos mesmos que estive em 2008, do povo, das reais mudanças. Se o Partido Verde entender que devo ser candidato, serei candidato a serviço do PV. Quem esteve aliado a direita foi Edvaldo não fui eu. PT e PCdoB foram os que estiveram e estão a serviço de alguém, das oligarquias, pois se aliaram com todos os poderosos. O nosso projeto não tem que estar ao lado de ninguém se não de quem pode nos eleger, o cidadão comum, com este sim no momento certo faremos um pacto. Acho essa segunda pergunta/afirmativa indelicada e maldosa, pois você não me dá opção senão ter que escolher um ou outro, por que não escolher está do lado do projeto do PV e do povo? Qualquer que fira Déda tem que estar a serviço de João? Lembre-se de como Déda cresceu politicamente, se colocando como adversário e opção e é assim que farei. Déda e João são meus adversários políticos e mostrarei no devido momento que nem um dos dois possui aptidão para voltar a gerir Sergipe a partir de 2011.
Fonte: Jornal do Dia
Em entrevista ao JORNAL DO DIA, o pré-candidato ao Governo do Estado pelo PV, Anderson Gois, diz que o governador Marcelo Déda (PT) é uma 'metamorfose estática' e que o ex-governador João Alves Filho (DEM) é símbolo do passado. Anderson deixa claro que se não for para o segundo turno não apoiará nenhum dos candidatos, por entender que todos os pré-candidatos ao Governo do Estado nas eleições de 2010 são 'direitistas'.

Jornal do Dia - O senhor foi candidato a prefeito de Aracaju pelo PCB. Agora o senhor concorrerá ao governo do Estado pelo PV. Faltou apoio para que o senhor permanecesse no PCB?
Anderson Gois - Tenho um imenso respeito e admiração pelo Partidão, tudo que sou intelectualmente devo uma parcela ao estilo comunista de ser, o PCB foi a minha primeira casa, onde dei os primeiros passos e de onde tirei meus grandes ensinamentos. Há no partido uma militância forte e determinada com a qual pude contar para o sucesso do pleito 2008 e pretendo continuar contando, pois tenho trabalhado para fazer uma composição com o PCB. A minha primeira opção é a de uma aliança com a minha antiga agremiação política. Claro que dependerá do próprio PCB e das conversas que teremos até junho de 2010 nas convenções, mas no que depender de mim a aliança PV e PCB acontecerá. Quanto à saída quero lembrar que sou ambientalista e quem tiver boa memória não esquece que fiz a campanha mais ecológica de 2008. Tenho todos os programas guardados que constatam isso. Então depois de muito conversar com os camaradas entendi que era melhor migrar para outra sigla e por meu perfil só encontraria guarida ideológica no Partido Verde.
JD - Até o momento temos quatro pré-candidatos ao governo. O governador Marcelo Déda (PT), Nilson Lima (PPS), o ex-governador João Alves Filho (DEM), que não admite e o senhor. Diante desses nomes o senhor acredita na possibilidade de ir ao segundo turno?
AG - O projeto do Partido Verde é para governar Sergipe a partir de 2011. é legítimo que um partido político pleitei em uma eleição o sucesso, desde que se organize para isso e é o que estamos fazendo. E diante do quadro político não será difífil pois o governador Marcelo Déda está muito desgastado por conta de um governo lento e impreciso que contrariou e virou as costas para a classe trabalhadora, além de suas alianças que descaracterizaram o seu perfil, mostrou que é mais um dentre os grandes direitistas de Sergipe que sempre combateu. Quem não lembra de Déda contra Jackson, Valadares, Albano Franco. Déda é uma ‘Metamorfose estática’. João Alves Filho já governou por três vezes o estado e, portanto já teve as suas oportunidades, é símbolo do passado e o estado precisa de renovação. O cidadão terá contato com um projeto realmente renovador e que vai romper o que se pretende dar ao povo, uma eleição plebicitária entre Déda e João. Quero ainda lembrar que não se vence eleição de véspera, hoje os fortes são Déda e João, mas amanhã é um outro dia, e quem decidirá é o povo em outubro de 2010.
JD - A possível candidatura a presidência da república da senadora Marina Silva, pode vir a ser um diferencial na sua candidatura?
AG - Certamente que sim. A senadora Marina é uma batalhadora e goza de muito prestígio, nacional e internacional, é o único nome capaz de captar a sensibilidade do povo brasileiro, Marina será o grande nome do processo eleitoral de 2010, não só pela imagem como também pelo projeto que ela representa em seriedade e compromisso com as causas sociais. O seu nome acabou de chegar para o processo e ela já figura com mais de 10% em vários cenários. Quando a campanha realmente começar no próximo ano e a senadora Marina confirmar a sua candidatura presidencial não tenho duvidas que o sergipano fará uma casadinha, Marina Silva e todos os candidatos verdes em nosso estado.
JD - Havendo segundo turno e o PV ficando de fora, qual dos candidatos o partido pode vir fazer aliança?
AG - Primeiro eu não acredito nesta possibilidade, o projeto PV é sólido e eficaz, e diante disso a nossa confiança tem crescido diariamente. Os diretórios municipais pelo interior do estado estão engajados, a militância está eufórica e a própria sociedade tem nos dado a sua opinião positiva quanto ao projeto do partido verde. Agora faço aqui um desabafo e um pacto com a população sergipana acostumada a ver políticos oportunistas se engalfinharem no primeiro turno e no segundo se aliarem: caso eu seja candidato ao governo de Sergipe e não indo ao segundo turno não apoiaria nenhuma opção, deixaria os eleitores do PV livres para escolha e iria me abster do processo. Tenho convicção que o nosso será o melhor projeto e entendo que tanto João quanto Déda não tem o que oferecer de novo e de positivo a nosso estado.
JD - Na campanha para prefeito de Aracaju de 2008 se insinuou que o senhor estava a serviço do ex-governo João Alves Filho. O senhor teme novas acusações nestas eleições?
AG - Não tive um carro de som, uma bandeira nas ruas, passei toda a campanha trabalhando, como professor da rede particular de ensino não me ausentei do trabalho, fiquei fora do ar (TV e Rádio) por cinco dias por falta de dinheiro para a produção do programa, como estar a serviço de alguém? Certamente diante do crescimento da nossa candidatura queriam nos desestabilizar, o que não deu certo por conta da confiança que o nosso projeto passou para a população. O tiro saiu pela culatra pois nenhuma pesquisa nos dava mais de 2% e terminamos com quase 6% dos votos dos aracajuanos. Desafio alguém a mostrar um vídeo, um discurso meu falando mal de Edvaldo Nogueira durante o período de programas eleitorais, o que fiz foi a coisa mais lógica do mundo, nos debates eu escolhi como adversário o candidato mais importante, o mais forte, o prefeito candidato a reeleição, isso é ‘A arte da guerra’, escolher adversários superiores para valorizar a si. Nesta próxima eleição estarei a serviço dos mesmos que estive em 2008, do povo, das reais mudanças. Se o Partido Verde entender que devo ser candidato, serei candidato a serviço do PV. Quem esteve aliado a direita foi Edvaldo não fui eu. PT e PCdoB foram os que estiveram e estão a serviço de alguém, das oligarquias, pois se aliaram com todos os poderosos. O nosso projeto não tem que estar ao lado de ninguém se não de quem pode nos eleger, o cidadão comum, com este sim no momento certo faremos um pacto. Acho essa segunda pergunta/afirmativa indelicada e maldosa, pois você não me dá opção senão ter que escolher um ou outro, por que não escolher está do lado do projeto do PV e do povo? Qualquer que fira Déda tem que estar a serviço de João? Lembre-se de como Déda cresceu politicamente, se colocando como adversário e opção e é assim que farei. Déda e João são meus adversários políticos e mostrarei no devido momento que nem um dos dois possui aptidão para voltar a gerir Sergipe a partir de 2011.
Fonte: Jornal do Dia
domingo, 11 de outubro de 2009
ANDERSON GÓIS SE PREPARA PARA CANDIDATURA E SIMÃODIENSE PODE DISPUTAR VAGA NA ASSÉMBLEIA COM O APOIO DO PV
O Partido Verde nacional decidiu não apoiar a candidatura à presidência da ministra Dilma Rousseff (PT) nem de José Serra (PSBD) no primeiro turno das Eleições 2010 e lançar uma chapa própria. Em Sergipe não será diferente, Anderson Gois se prepara para se lançar candidato ao governo de Sergipe. “O caminho viável é lançar uma candidatura própria com apoio de partidos que lutam pelo povo sergipano com nosso mesmo propósito. Estou me colocando à disposição para esta disputa da democracia. Até outubro vamos definir as alianças das coligações.
O momento é de fortalecimento do grupo. Defendemos o meio ambiente e temos muitos projetos para melhorar a qualidade de vida do sergipano”, garante.
“A decisão é lançar uma candidatura verde que expresse claramente nossa visão programática que não são contempladas por nenhuma das duas alas da social-democracia desenvolvimentista que se alternam no governo do Brasil, cada uma delas aliadas, a seu tempo, com setores atrasados da política e da sociedade brasileiras”, explica Anderson Gois.
Em 2008, Anderson Gois disputou a prefeitura de Aracaju e obteve 5,46% dos votos válidos. “Foi um resultado muito bom para a estrutura que o partido pode oferecer. Com o PV vamos ter mais possibilidades de levar nossas propostas para os sergipanos”, comemora.
Nota do Blog: Este editor esteve hoje (10/07) em Aracaju e ouviu de um membro do PV que em Simão Dias o partido pode lançar um candidato para deputado estadual em 2010. O lançamento da candidatura seria um incentivo para a candidatura de Anderson para o governo.
Fonte: Blog Marcos Reis
O momento é de fortalecimento do grupo. Defendemos o meio ambiente e temos muitos projetos para melhorar a qualidade de vida do sergipano”, garante.
“A decisão é lançar uma candidatura verde que expresse claramente nossa visão programática que não são contempladas por nenhuma das duas alas da social-democracia desenvolvimentista que se alternam no governo do Brasil, cada uma delas aliadas, a seu tempo, com setores atrasados da política e da sociedade brasileiras”, explica Anderson Gois.
Em 2008, Anderson Gois disputou a prefeitura de Aracaju e obteve 5,46% dos votos válidos. “Foi um resultado muito bom para a estrutura que o partido pode oferecer. Com o PV vamos ter mais possibilidades de levar nossas propostas para os sergipanos”, comemora.
Nota do Blog: Este editor esteve hoje (10/07) em Aracaju e ouviu de um membro do PV que em Simão Dias o partido pode lançar um candidato para deputado estadual em 2010. O lançamento da candidatura seria um incentivo para a candidatura de Anderson para o governo.
Fonte: Blog Marcos Reis
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
PV faz balanço positivo das filiações
05/10 | 10:17h | Universo Político
Para Carlos Pinna Júnior, presidente estadual do PV em Sergipe, o saldo foi muito positivo quanto as novas filiações partidárias, segundo Pinna o PV está pronto para o enfrentamento em 2010 com quadros de muita qualidade, "unindo o que já tinha-mos com o que recebemos o saldo foi mais que positivo, apresentaremos a sociedade sergipana em 2010 quadros de extrema qualidade e com penetração em vários setores da sociedade".
"O Partido Verde começou a ganhar mesmo antes da chegada da senadora Marina Silva, pois em maio deste ano o professor Anderson Góis (ex-PCB) filiou-se, junto com o músico Minho-San-Liver (ex-PCB), ao nosso partido", disse Reynaldo Nunes, presidente do PV Aracaju e Secretário Nacional de Finanças da agremiação partidária.
"O efeito Anderson Góis e Marina Silva impulsionou o processo de filiações ao PV, não só dos que pleiteiam disputas eleitorais nas próximas eleições como simpatizantes do projeto Verde, foram mais de 500 filiações, muitas feitas via internet no site oficial do partido www.pv.org.br e repassadas para a direção local e outras 100 filiações de lideranças políticas de Aracaju e do interior do estado", disse Minho-San-Liver, Secretário de Comunicação do PV. Ainda segundo Minho-San o partido recebeu líderes de vários outros partidos como os empresários João Tarantela (PDT), José Augusto (PMDB), Ricardo Almeida (PSC) e Flodoaldo Cruz (PSB), os advogados Jailton Melo (PSB), Valdemir (PTdoB), Gilson Guimarães (PRTB), Nilton Vieira Lima (PDT), Evaldo Campos (PDT). Lideranças jovens como Fred Teles (PSDB), David Oliveira (PPS), David Boaventura (PR), Eliabe Sales (PT) e Emerson Maciel (PSOL). Vieram ainda os professores Edvaldo (PSDB), Bira (PT), Evaldo Sena (sem partido), o médico Ricardo Scandian (PSDB), João do Ibama, ex-presidente do PTC/Aracaju e o contador Joilson Meneses (PCdoB). Recebemos ainda de volta a casa o publicitário Antônio Leite além de vários ex-candidatos a vereador em Aracaju e outras cidades do interior.
O professor Anderson Góis ficou feliz pela grande procura recebida, "é uma prova de que o trabalho está sendo feito com seriedade e compromisso, somos hoje o único partido em Sergipe a se reunir semanalmente com a militância para capacitar os nossos filiados, todas as segundas feiras o PV Sergipe se reúne em sua sede estadual para estudar a situação da gestão pública em nosso estado e eu pessoalmente estou indo a cada município me reunir com as lideranças locais do PV para tratarmos da nossa visão política e levar a mensagem do partido aos nossos companheiros, é assim que vamos fazer crescer o nosso ideal de transformação com sustentabilidade, com democracia interna, estudos de capacitação e permitindo que a militância participe dos rumos partidários".
Sobre as eleições 2010 e alianças Anderson Góis falou que "agora não é hora de falar em alianças pois cada partido pode mudar os seus rumos até o pleito, o grupo Amorim está muito forte e pode pender para qualquer lado, Albano ainda não se decidiu, Valadares está sendo cortejado por João Alves, para mim nada ainda está definido, o certo é que Déda tem mais poder de negociação pois esta no poder. A nossa preocupação tem sido com o fortalecimento da sigla e do nosso projeto em Sergipe, assim como o fortalecimento do nome de Marina Silva. Em se confirmando a candidatura Marina Silva a presidência eu tenho certeza que no mínimo ela será a segunda colocada em Sergipe. Quanto a nossa pré-candidatura ao governo do estado estamos tranqüilos pois os números estão sendo favoráveis a nós, temos a menor rejeição e já chegamos a 6,1% em um cenário feito pelo semanário Cinform, o que é muito bom. Os grandes buscam espaço com lideranças e nós buscaremos espaço junto ao coração do sergipano".
Anderson Góis lembra que o "PV Sergipe já definiu por um projeto majoritário em que já há duas pré-candidaturas, uma ao governo com o próprio professor Anderson Góis e outra ao senado com Reynaldo Nunes, as vagas de vice governadoria e a outra para o senado estarão abertas para conversas com outros partidos em 2010".
Fonte: www.universopolitico.com
Para Carlos Pinna Júnior, presidente estadual do PV em Sergipe, o saldo foi muito positivo quanto as novas filiações partidárias, segundo Pinna o PV está pronto para o enfrentamento em 2010 com quadros de muita qualidade, "unindo o que já tinha-mos com o que recebemos o saldo foi mais que positivo, apresentaremos a sociedade sergipana em 2010 quadros de extrema qualidade e com penetração em vários setores da sociedade".
"O Partido Verde começou a ganhar mesmo antes da chegada da senadora Marina Silva, pois em maio deste ano o professor Anderson Góis (ex-PCB) filiou-se, junto com o músico Minho-San-Liver (ex-PCB), ao nosso partido", disse Reynaldo Nunes, presidente do PV Aracaju e Secretário Nacional de Finanças da agremiação partidária.
"O efeito Anderson Góis e Marina Silva impulsionou o processo de filiações ao PV, não só dos que pleiteiam disputas eleitorais nas próximas eleições como simpatizantes do projeto Verde, foram mais de 500 filiações, muitas feitas via internet no site oficial do partido www.pv.org.br e repassadas para a direção local e outras 100 filiações de lideranças políticas de Aracaju e do interior do estado", disse Minho-San-Liver, Secretário de Comunicação do PV. Ainda segundo Minho-San o partido recebeu líderes de vários outros partidos como os empresários João Tarantela (PDT), José Augusto (PMDB), Ricardo Almeida (PSC) e Flodoaldo Cruz (PSB), os advogados Jailton Melo (PSB), Valdemir (PTdoB), Gilson Guimarães (PRTB), Nilton Vieira Lima (PDT), Evaldo Campos (PDT). Lideranças jovens como Fred Teles (PSDB), David Oliveira (PPS), David Boaventura (PR), Eliabe Sales (PT) e Emerson Maciel (PSOL). Vieram ainda os professores Edvaldo (PSDB), Bira (PT), Evaldo Sena (sem partido), o médico Ricardo Scandian (PSDB), João do Ibama, ex-presidente do PTC/Aracaju e o contador Joilson Meneses (PCdoB). Recebemos ainda de volta a casa o publicitário Antônio Leite além de vários ex-candidatos a vereador em Aracaju e outras cidades do interior.
O professor Anderson Góis ficou feliz pela grande procura recebida, "é uma prova de que o trabalho está sendo feito com seriedade e compromisso, somos hoje o único partido em Sergipe a se reunir semanalmente com a militância para capacitar os nossos filiados, todas as segundas feiras o PV Sergipe se reúne em sua sede estadual para estudar a situação da gestão pública em nosso estado e eu pessoalmente estou indo a cada município me reunir com as lideranças locais do PV para tratarmos da nossa visão política e levar a mensagem do partido aos nossos companheiros, é assim que vamos fazer crescer o nosso ideal de transformação com sustentabilidade, com democracia interna, estudos de capacitação e permitindo que a militância participe dos rumos partidários".
Sobre as eleições 2010 e alianças Anderson Góis falou que "agora não é hora de falar em alianças pois cada partido pode mudar os seus rumos até o pleito, o grupo Amorim está muito forte e pode pender para qualquer lado, Albano ainda não se decidiu, Valadares está sendo cortejado por João Alves, para mim nada ainda está definido, o certo é que Déda tem mais poder de negociação pois esta no poder. A nossa preocupação tem sido com o fortalecimento da sigla e do nosso projeto em Sergipe, assim como o fortalecimento do nome de Marina Silva. Em se confirmando a candidatura Marina Silva a presidência eu tenho certeza que no mínimo ela será a segunda colocada em Sergipe. Quanto a nossa pré-candidatura ao governo do estado estamos tranqüilos pois os números estão sendo favoráveis a nós, temos a menor rejeição e já chegamos a 6,1% em um cenário feito pelo semanário Cinform, o que é muito bom. Os grandes buscam espaço com lideranças e nós buscaremos espaço junto ao coração do sergipano".
Anderson Góis lembra que o "PV Sergipe já definiu por um projeto majoritário em que já há duas pré-candidaturas, uma ao governo com o próprio professor Anderson Góis e outra ao senado com Reynaldo Nunes, as vagas de vice governadoria e a outra para o senado estarão abertas para conversas com outros partidos em 2010".
Fonte: www.universopolitico.com
Assinar:
Postagens (Atom)